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“Guardiões do Crivella”

Por Rodrigo Mondego

Cerca de 50 funcionários da prefeitura do Rio, com um salário médio de 3,5 mil reais por mês, tinham como única função gritar “Globolixo” e “Bolsomito” na porta dos hospitais para impedir reportagens mostrando o caos na saúde do Rio. O custo dessa estrutura é de mais de 2 milhões por ano. Nesse caso podemos concluir 3 coisas:

1- Toda a estrutura é de uma organização criminosa (milícia), mas por conta dos tipos penais pode ser enquadrado como formação de quadrilha.

2- O formato é o mesmo do bolsonarismo nas redes sociais, onde existe uma estrutura complexa de defesa do governo e ataque dos adversários, dando uma sensação de apoio espontâneo e de massas ao presidente.

3- O fascismo não brinca em serviço.

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