Ditadura

#DossiêDitadura Ivan Seixas: “Carlos Aberto Brilhante Ustra… Tão alucinado, que levou sua esposa e filhas pequenas para morar dentro do DOI-CODI”

Entrevista concedida à nossa redação

Nome: Ivan Akselrud de Seixas

Idade: 64
Organização: Durante a luta de resistência à ditadura, MRT – Movimento Revolucionário Tiradentes. Hoje, sem partido
Profissão: Jornalista

V.d.R. Como e porquê você começou a se organizar politicamente?

I.S. Sou filho de dois militantes comunistas. Desde sempre vi meus pais e companheiros do bairro em que morávamos lutando por melhores condições de vida da classe trabalhadora e por sua libertação da exploração capitalista. Quando houve o golpe de 1964, esses militantes comunistas, que lutavam contra a ditadura da burguesia, passaram a lutar contra a nova forma de exploração capitalista, que era a ditadura militar. Digo isso, pois não podemos esquecer que a ditadura militar foi apenas o formato radicalizado de exploração capitalista contra a classe trabalhadora.Meu pai militou em uma Organização revolucionária chamada MR-26 – Movimento Revolucionário 26 de Março (não confundir com o MR-26 cubano) que tinha muitos militantes comunistas, mas a maioria era de nacionalista e militares brizolistas. Em 1970, um antigo companheiro de meu pai, dos tempos de Petrobrás, chamou meu pai para entrar numa Organização revolucionária de luta armada, em São Paulo. Meu pai achou a proposta séria e toda a família mudou-se para São Paulo. Como é normal em famílias da classe trabalhadora, diferente das famílias de classe média, não se tem parentes para deixar a família, pois ninguém tem condições financeiras de bancar mais uma ou várias bocas para comer.

V.d.R. Qual o papel dos seus pais nesse processo?

I.S. Eu cumpria pequenas tarefas desde os 12 anos, pois era normal isso para nós. No MRT eu também fazia isso. Imprimia panfletos, cumpria pontos para levar documentos, mas não era considerado militante pleno. Um dia resolvi definir isso e informei que passaria a ser um militante completo. Foi um tumulto total. Meu pai e minha mãe foram contra e eu estava decidido. Levaram o caso ao nosso Comandante Henrique, Devanir José de Carvalho, e ele foi claro na negativa. E eu retruquei que não estava fazendo uma consulta, apenas estava comunicando minha decisão e deixei claro com a seguinte frase: “Henrique, se eu cair, vou ser torturado como militante pleno. E se eu não militar no MRT, vou militar em outra Organização, pois tenho contato com elas. Entendeu?” Ele teve que aceitar.

V.d.R. Porquê o MRT? Qual a característica principal dessa organização que a distingue de outras? 

O MRT era a única Organização Revolucionária de luta armada composta apenas por trabalhadores. Não tinha estudantes e não tinha, portanto, gente no Movimento Estudantil. Como nosso Comandante Henrique era um dos fundadores do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, sua base era composta por operários, companheiros de suas lutas de antes do golpe ainda. Além disso, tínhamos trabalho de base nos movimentos de trabalhadores de olarias e o Dimas Casemiro, Comandante Rei, trouxe o trabalho no campo. Ou seja, éramos uma organização operário e camponesa. Como todos tínhamos formação marxista-leninista, a linha política da Organização era pela Revolução Socialista imediatamente após a derrubada da ditadura e a expulsão do imperialismo, que deu o golpe e mandava na ditadura.

V.d.R. Como se deu a sua prisão e do seu pai, Joaquim Seixas?

Um companheiro foi capturado e torturado. Não aguentou e abriu o ponto que tinha comigo e meu pai. Entramos no ponto e ele estava colaborando com a repressão para dar naturalidade na emboscada. Estava sem algemas, não mostrava abatimento das torturas e caminhou em direção ao nosso carro, quando paramos cerca de cinquenta metros de onde estava. Os milicos avançaram, jogaram um carro contra o nosso, impedindo a nossa fuga e nos metralharam. Acertaram de raspão na nuca de meu pai, mas em mim nada aconteceu.Fomos levados para uma delegacia perto do local da emboscada para a troca de carros. Lá fomos duramente espancados. De lá fomos levados para o DOI-CODI, espancados no pátio e levados para a sala de torturas. Eu fui colocado no pau-de-arara e meu pai foi colocado na cadeira-do-dragão. Ambos fomos torturados juntos por dois dias seguidos. Ao fim disso, meu pai foi assassinado.

V.d.R. Após a prisão, como você soube que haviam matado Joaquim Seixas?

Eu estava em processo de torturas e presenciei o assassinato de meu pai. É importante ressaltar que ali não eram pai e filho, pois ambos éramos militantes. Ali estavam o militante Roque, que era o nome de guerra do meu pai, e o militante Teobaldo. Contar a história de pai e filho fica despolitizado. Nós éramos militantes da guerrilha urbana e fomos torturados por esse motivo, para extração de informações. E nós não entregamos nenhum companheiro. Eu, por exemplo, tinha contato com os companheiros da linha de frente da ALN e tinha os contatos com nossa área de campo. Meu pai também tinha contatos com a ALN e tinha os contatos com a direção do MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de outubro), da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) e PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário). Inclusive ele tinha contato com quem estava guardando o Capitão Carlos Lamarca, que era o militante mais procurado do país. Quem tinha esse contato era nossa querida Comandante Leda, Inês Etienne Romeu.

V.d.R. Como sua mãe e irmãs se portaram diante desses fatos? Os militares perseguiam sua família também?

Elas foram capturadas e mantidas numa sala embaixo da sala de torturas. Ouviram tudo o que acontecia lá e ouviram o assassinato de meu pai. Quando os caras desceram com o corpo dele, minha mãe pode ver pelo vitrô seu cadáver com a cabeça envolta em jornais e ouviu o diálogo macabro dos torturadores: “De que é esse presunto?”, perguntou um deles. E o outro respondeu: “Esse era o Roque”, e deram gargalhadas de satisfação. Ficaram um ano e meio presas e foram soltas para esperar o julgamento. Depois ficaram na condição de refém, pois eu estava preso e se eu fugisse, elas sofreriam retaliação. Do mesmo modo, se uma delas fizesse contato com as Organizações, eu sofreria retaliações. Isso não era subentendido. Me disseram isso aberta e diretamente. Uma ameaça direta.

V.d.R. Voltando ao período das ações revolucionárias, você tem ideia de quantas participou? Qual a mais importante ou simbólica? E porque?

Oficialmente, participei de oito ações. Mas participei de outras que nunca souberam, pois não falei, óbvio. A mais importante foi uma dessas que não falei. Foi o sequestro do Comandante do II Exército, General Humberto Souza e Mello. Chegamos a capturá-lo quando entrava numa igreja, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, mas tivemos que soltá-lo ali mesmo, pois chegaram dois carros do DOI-CODI, que foi avisado por um infiltrado, pouco antes de começarmos a ação. Ele estava entre nós e não sabíamos que era infiltrado. O sequestro era para trocar o chefe militar pelo nosso Comandante Bacuri, que já estava há cerca de três meses sendo torturado todos os dias no DOI-CODI. Seria uma troca de um pelo outro. Foi triste não poder concluir a operação para libertar nosso Comandante e salvar sua vida. Dois meses depois ele foi assassinado dentro da Fortaleza dos Andradas, na Baixada Santista.

V.d.R. Henning Boilesen: quem foi? Você conheceu? Qual o papel dele na repressão?

O Boilesen foi um arrecadador de dinheiro entre os empresários para premiar os torturadores e um instrutor de torturas para os militares. Sua fachada legal era como diretor do Grupo Ultra. Emprestava os carros da empresa e caminhões de entrega de gás para a montagem de esquemas de emboscadas para a captura de militantes. Por causa disso, as Organizações de luta armada decidiram justiçá-lo como represália pelo assassinato de nosso Comandante Henrique (o operário Devanir José de Carvalho), que foi capturado no dia 5 de abril e sofreu torturas até o dia 7 de abril, sem fornecer nem seu nome. Os repressores contavam isso como exemplo de comportamento na tortura.Não conheci o Boilesen e seu justiçamento é um dos segredos mais bem guardados da esquerda armada. Ninguém sabe quem participou do Comando que fez a ação até hoje. O Ustra diz no seu livro alguns nomes, mas ninguém tem condições de confirmar essa informação.

V.d.R. Brilhante Ustra: quem foi? Você conheceu? Qual o papel dele na repressão?

Carlos Alberto Brilhante Ustra era major, quando fomos capturados pelo DOI-CODI, do qual era comandante. Usava o nome de guerra de Doutor Tibiriçá. No começo era um comedido comandante do DOI-CODI, que não colocava as mãos nas pessoas presas, mas com o tempo passou a ser um alucinado torturador como qualquer outro daqueles que comandava. Não me torturou diretamente, mas dirigiu as torturas a mim e ao meu pai. A ordem de assassinato de meu pai foi diretamente dele.Tão alucinado, que levou sua esposa e filhas pequenas para morar dentro do DOI-CODI. Conversei com alguns coronéis que me perguntaram se isso era verdade e ficaram espantados quando confirmei informação. Me disseram que militar não leva família para dentro das unidades militares a não ser em dias festivos, quando as armas não são mostradas em seu caráter ofensivo e letal. Ficaram horrorizados.

V.d.R. De torturadores e assassinos, muitas vezes desconhecidos, você citaria alguns sanguinários que ainda estão vivos e porque, na sua opinião, eles permanecem intocáveis?

Tem muitos torturadores ainda vivos. Ficaram impunes por causa do pacto de silêncio feito pela oposição consentida com a ditadura na época da transição para a democracia. Os responsáveis diretos por esse pacto sinistro foram comandados por Ulisses Guimarães e Tancredo Neves, que não jogavam do mesmo lado que nós. Como não houve punição, a impunidade reproduziu a tortura, que acontece até os dias de hoje. E como subproduto, eles produziram essa onda de saudosismo pela ditadura, que esses marginais da política de hoje venderam para a população desinformada e manipulada pela direita fascista. Além disso, como muitos empresários financiaram as torturas e premiaram os torturadores, não se pode colocar os assassinos no banco dos reús devido ao medo que poderiam denunciar os nomes desses financiadores. Muitos dos quais pagavam para ver sessões de torturas, em geral de torturas contra mulheres.

V.d.R. Você milita atualmente na área de direitos humanos, em especial em se tratando de memória e verdade. Coordenou a Comissão da Verdade de São Paulo e esteve a frente da CEMDP por um período, esteve na descoberta da Vala Clandestina de Perus e tantos outros episódios marcantes. Qual desses trabalhos mais te marcou? Você elencaria uma ação concreta desses trabalhos que, na sua opinião, ajudaram na efetivação de algum tipo de justiça aos mortos e desaparecidos políticos, sobretudo aos familiares?

Com certeza todos esses fatos foram marcantes, mas meu trabalho como assessor especial da Comissão Nacional da Verdade, ao mesmo tempo em que trabalhava na Comissão da Verdade de São Paulo, comandada pelo nosso querido companheiro e deputado estadual Adriano Diogo, foi fundamental. Não tenho dúvida em apontar a descoberta que fizemos dos livros de visitas ao DOPS – Departamento de Ordem Política e Social, que mostra a presença de militares e de representantes do capital indo frequentemente àquele centro de torturas e extermínio. Nesses livros está expresso o nome do representante da FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, empresário Geraldo Resende de Mattos, que ia quase todos os dias e só mostrava o horário de entrada e não mostrava o seu horário de saída. Nessas ocasiões também ia o Cônsul dos Estados Unidos, Claris Rowley Halliwell, que entrava sempre em dias e horários em que estavam sendo torturados dirigentes das Organizações revolucionárias.

V.d.R. Agora, um comentário sobre questões divulgadas recentemente: 1) lançamento de um livro que trata de crianças sequestradas pela ditadura: você tinha conhecimento de fatos do tipo na época? 

Sim. Nossa equipe de trabalho na Comissão Estadual da Verdade levantou as informações e publicamos um livro sobre isso. O título do livro é Infância Roubada e o seu conteúdo mostra vários casos de crianças sequestradas e até torturadas.

V.d.R. Jair Bolsonaro orientou militares a comemorarem o golpe militar de 64, segundo matéria publicada pelo site de “O Globo”: qual a sua avaliação sobre isso?

Nem os militares da ativa querem uma coisa dessas. É coisa de marginal da política. Ainda está em campanha eleitoral e só fala para seu público cativo, que acredita em todas as besteiras que ele e seus ministros rastaqueras falam. Do mesmo modo que fala que a terra é plana, fala para comemorar o golpe.Bolsonaro está conseguindo o que não conseguimos em décadas. Está entregando para a esquerda as bandeiras que antes eram disputadas pelo centro e pela própria direita civilizada. Quando ele trata as lutas das mulheres ou as lutas LGBT, a questão racial ou de gênero como sendo coisa de comunistas, ele está nos dando a tarefa de defesa desses setores importantes da sociedade. Nunca isso ficou tão claro como agora. A ignorância dessa gente está unificando a esquerda e atribuindo tarefas para nós.Por outro lado, está sujando a imagem que os militares conseguiram a muito custo conquistar. As torturas foram atribuídas aos militares do passado e não havia a marca da corrupção para os militares, que esconderam bem os muitos escândalos sufocados pela censura da ditadura. Bolsonaro defende torturas e assassinatos e as pessoas manipuladas acreditam que isso é coisa de militar. Do mesmo modo, as muitas acusações de corrupção contra ele e sua família dão a marca para os militares.

V.d.R. Retornando ao período ditatorial. Qual o papel dos infiltrados naquele período? Você conheceu algum? Tem infiltrado ainda na ativa, em sua opinião?

O papel dos infiltrados no passado era localizar os dirigentes e militantes importantes para a luta contra a ditadura para que fossem capturados e mortos. Na minha Organização, o MRT, só havia um, que identifiquei tempos depois. Os organismos de espionagem atuais usam a ação dos infiltrados para monitorar e causar confusão entre as organizações de esquerda atuais. E tem muito infiltrado atuante hoje, novos e velhos, dos tempos da ditadura, que se passam como grandes militantes.

V.d.R. Você defende a importância das ações armadas na ditadura? E na atualidade, qual seria o papel desse tipo de ação para a mudança do sistema político? 

Defendo o papel que desempenhamos na luta armada. Se a esquerda não tivesse sequestrado o Embaixador dos EUA o mundo não saberia que tinha preso político, que tinha torturas e que o imperialismo mandava na ditadura. Também acredito que se a esquerda não tivesse queimado os carros da Folha de São Paulo ninguém saberia da colaboração empresarial na montagem de esquema de captura e torturas aos opositores. E se a esquerda armada não tivesse justiçado o Boilesen, ninguém saberia que os empresários financiavam as torturas e premiavam os torturadores. A esquerda acusaria isso e ninguém acreditaria. A Comissão da Verdade provou isso com documentos e depoimentos irrefutáveis. Só quem acredita que a terra é plana que não aceita essa verdade.

V.d.R. Lamarca e Marighella talvez tenham sido os combatentes mais conhecidos contra a ditadura. Em sua opinião, temos algum ou alguma militante que tenha tido papel central mas que é pouco lembrado?

O Comandante Bacuri, o operário de telefonia Eduardo Collen Leite, foi um gênio militar e um comandante exemplar. Não é atoa que foi torturado por 109 dias seguidos e não forneceu nenhuma informação ao inimigo. Deveria ser cultuado pela esquerda no mesmo nível do Lamarca e Marighella. Inês Etienne Romeu foi uma dirigente e uma militante irretocável. Do mesmo modo que a Helenira Resende, que comandou a guerrilha do Araguaia junto com o Osvaldão. Falo de Helenira sem tê-la conhecido, mas admiro muito ela. Todos os outros que falei eu conheci e posso dizer que eram pessoas generosas e militantes exemplares.

V.d.R. Mulheres. Qual o papel delas na resistência armada na época?

Um papel fundamental. Tive o prazer e a honra de fazer ações armadas junto com Ana Maria Nacinovic, que era uma mulher inteligente e sensível, além de corajosa. Posso afirmar que nenhuma mulher desapontou a história da luta armada. Vários homens foram para a televisão dar depoimentos contra nossa luta e a favor da ditadura. Nenhuma mulher fez isso. Temos notícia de infiltrados homens, mas não se tem notícia de mulheres que mudaram de lado e passaram a atuar como infiltradas.

V.d.R. Qual a importância em se discutir ditadura militar na atualidade? Para a esquerda e para, principalmente, os mais jovens?

Eu afirmo que a esquerda está pagando o preço por não ter assumido a bandeira da Justiça de Transição e não pediu a punição para os torturadores e assassinos. Com essas bandeiras teria sido feita a primeira condenação da ditadura como processo histórico. O resultado é essa onda fascista e saudosista movida pela extrema direita, que sensibiliza a população manipulada pela mídia beneficiária da ditadura militar.Com isso, os jovens não sabem os malefícios da ditadura militar para suas vidas até hoje. A ditadura emburreceu o país por gerações. É um crime geracional.

V.d.R. Justiça de Transição: temos a impressão que países vizinhos avançaram mais que o Brasil nesse sentido. É verdade? Porquê?

Em todos os países teve muita luta pela Justiça de Transição, pela punição aos torturadores e pela localização dos corpos dos desaparecidos. Na Argentina foi Nestor Kirshner que empunhou essa bandeira e colocou em seu programa de governo. Ao assumir o governo usou de seu prestígio para revogar as leis que impediam a punição de torturadores e aprovar uma lei que permitia a abertura de processos contra a ditadura. Os partidos da esquerda brasileira nunca colocaram em seus programas essa bandeira e o resultado estamos assistindo hoje.

Agora um ping-pong: 
Uma música: Aos nossos filhos, de Ivan Lins e Vitor Martins, cantada pela Elis Regina


Uma poesia: Navio Negreiro, de Castro Alves. É um programa de luta atual
Um símbolo: A Foice e o Martelo, sem dúvida atual
Ditadura: Um horror contra a classe trabalhadora
Democracia: É nossa bandeira, não da direita, que só quer o direito de explorar os semelhantes
Esquerda: Meu lado


Lênin: Um gênio, que deu a objetividade para a tomada do poder 
Referência: Che Guevara, que é muito mais do que um guerrilheiro. Foi um teórico, que poucas pessoas conhecem sua obra política e econômica
Exemplo: Carlos Lamarca, que me ensinou a não subestimar o inimigo e a conhecer os potenciais das pessoas.
Esperança: De que a esquerda deixe de ser ingênua, tenha objetividade aprenda a se unir e a valorizar as bandeiras das ditas minorias como bandeiras fundamentais

Utopia: Que a Humanidade sobreviva sempre ao fascismo
Socialismo: Como etapa preparatória do Comunismo, o socialismo é uma necessidade fundamental para a libertação do ser humano
Uma palavra: Revolução!

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