Editorial

Voz da Resistência apoia a soberania popular da Venezuela

Nicolás Maduro é o presidente legítimo da Venezuela. Esse é um fato incontestável. Há 20 anos (desde 1999) que o país vizinho tem se debatido por um direito: o da autodeterminação dos povos.

Ocorre que forças poderosas, internas e externas, insistem em desestabilizar a Venezuela. Quem perde com isso não são as elites políticas, quaisquer que sejam elas, mas a maioria dos venezuelanos. E estes, eleição após eleição, vem respaldando Hugo Chávez e, a partir de 08 de maio de 2018, Nicolás Maduro pelos próximos 6 anos. Eis um outro fato incontornável. Eleições transcorridas normalmente com a participação das oposições, observadores e auditorias internacionais.

Nenhum outro país do mundo teve tanta eleição quanto a Venezuela. Desde 1999, foram plebiscitos, referendos, eleições regionais, majoritárias e proporcionais. Diga-se de passagem, é a oposição quem dirige o legislativo. Não há argumento sério que queira passar em revista a democracia na Venezuela, a não ser que seja para escrutinar, antes, todas as “democracias” do mundo.

Repudiamos intervenções externas para resolver a crise venezuelana e apoiamos uma diplomacia que respeite a soberania do país. O Departamento de Defesa dos EUA, interessado no Petróleo da Venezuela, articulam um golpe de Estado que nada tem a ver com aspirações democráticas.

É dever de todos e todas, compromissados com as leis internacionais e venezuelanas, com solidariedade latinoamericana e com a autodeterminação dos povos, rechaçar toda e qualquer intervenção dos Estados Unidos e seus asseclas na América Latina, capachos como Bolsonaro, Duque e assemelhados, nos assuntos locais.

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